Faturamento do setor de papel cresce 8,6%

26 de junho de 2019

Com um faturamento (4.779 milhões de euros), que cresce 8,6% e vem de 56% das exportações, a bioindústria circular de celulose e papel investiu em 2018 em aumento de capacidade e em inovação e renovação tecnológica 471 milhões de euros, segundo dados do Relatório Estatístico Anual da Indústria do Papel apresentado ontem por ASPIRAÇÃO.
A produção total de papel (6,2 milhões de toneladas) diminuiu 1%; mas enquanto os papéis para embalagens, higiênicos e especiais cresceram em percentuais que variam de 7% a 2%, os papéis gráficos diminuíram 16%. A produção de celulose em 2018 cresceu 0,8%.
Com 70 fábricas de papel e 10 celulose, o setor encerrou o ano passado com uma força de trabalho de 16.595 funcionários diretos (1,9% a mais), com 89% de vínculos permanentes, segundo o Relatório ASPAPEL.
“A forte taxa de investimento dos últimos anos é a prova do nosso compromisso com o futuro do setor como paradigma de que somos da bioeconomia circular”, explicou Jordi Mercader, presidente da ASPAPEL, que apresentou o Relatório em conjunto com a Vice-Presidente Elisabet Alier e a Diretor Geral Carlos Reinoso.
O consumo de papel cresceu 2018% em 1,9. Assim, estão vinculados cinco anos de crescimento do consumo, que chega a 6,9 milhões de toneladas.
Em 2018, os investimentos, com um acréscimo de 21% face ao ano anterior, ascenderam a 471 milhões de euros, 9,9% do volume de negócios. Este grande esforço de investimento da indústria papeleira espanhola realiza-se em paralelo com o processo de substituição de materiais que o papel está a iniciar devido ao seu carácter renovável, reciclável e biodegradável, o que o posiciona como um dos materiais do futuro.

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